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Matérias / Empresas e Negócios
 
Ex-braço-direito de Eike entra na briga do petróleo
Os três blocos arrematados pela estreante Ouro Preto no leilão da ANP deram o pontapé inicial na companhia criada por Rodolfo Landim, ex-executivo da EBX
17/05/2013

Rio de Janeiro (RJ) - Os três blocos arrematados pela estreante Ouro Preto na 11ª rodada de licitações da ANP deram o pontapé inicial na companhia. Mas não serão os únicos da petroleira, criada pelo engenheiro Rodolfo Landim, seis meses depois de o executivo deixar a EBX, em meio a uma batalha judicial com Eike Batista.

A Ouro Preto quer entrar em novos blocos ainda neste ano, avalia áreas no exterior e já cogita, no futuro, abrir capital e entrar em águas profundas.
 
"O poder de fogo da companhia é significativamente maior (do que os três blocos arrematados)", disse Landim ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, na sede da companhia que preside, na Praia de Botafogo, Rio de Janeiro. "Não estamos nos cem metros rasos, somos maratonistas. O negócio é de longo prazo."
 
A empresa funciona há três anos em escritório com vista para o Pão de Açúcar. Landim passou este período estudando o mercado e esperando pelas oportunidades de investimento para gás e petróleo que surgiram apenas nesta semana. Hoje com 25 funcionários, a estreante pega emprestado o nome da rua onde está instalada, Visconde de Ouro Preto, expressão "ouro negro", usada em referência ao petróleo.
 
Juntos, os três blocos arrematados no Norte do País demandarão R$ 80 milhões entre pagamento pelas concessões e investimentos mínimos. Um deles, marítimo, tem potencial para petróleo. Outros dois, em terra, para gás. Estão nas bacias de Barreirinhas e Parnaíba, respectivamente, onde já atua o agora rival Eike.
 
A Ouro Preto tentou arrematar 13 blocos. A disputa de sete deles com a OGX foi um dos momentos quentes do leilão da ANP, o primeiro após cinco anos sem rodadas. A OGX saiu vitoriosa em dois.
 
Os três arrematados por Landim não fizeram parte dessa disputa. O bloco 251 da bacia de Barreirinhas, por exemplo, ficou com a OGX com lance de R$ 40 milhões. O consórcio da Ouro Preto ofereceu R$ 1,58 milhão.
 
 
Fonte: Estadão
 



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