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Matérias / Empresas e Negócios
 
Petrobras prevê economia com redução de jornada de trabalho de até R$ 400 mi
Medida está em linha com a estratégia da companhia de redução de custos, que foi a tônica do resultado do primeiro trimestre deste ano
15/05/2017

 A Petrobras calcula obter uma redução de custos de R$ 300 milhões a R$ 400 milhões por ano com a proposta de redução de jornada de trabalho para funcionários da área administrativa da companhia. Segundo o diretor de Assuntos Corporativos da companhia, Hugo Repsold, cerca de 50% do público alvo já aderiu à iniciativa e ainda falta um mês para o fim das inscrições.

 
"Acreditamos que em torno de 70% a 80% do público alvo deva aderir. Esperamos redução de R$ 300 milhões a R$ 400 milhões por ano com redução de jornada", disse Repsold, em teleconferência com analistas sobre os resultados da empresa, na última sexta-feira.
 
A medida está em linha com a estratégia da companhia de redução de custos, que foi a tônica do resultado do primeiro trimestre deste ano, que reverteu um prejuízo de R$ 1,246 bilhão, em igual período de 2016, para um lucro de R$ 4,449 bilhões.
 
Com relação aos dois programas de incentivo ao desligamento voluntário (PIDVs) em andamento na companhia, a Petrobras espera ainda fazer o desligamento de 2,883 mil funcionários. Até o momento, segundo o diretor, cerca de 14,5 mil funcionários já deixaram a empresa, desde o lançamento do primeiro programa, em 2014. Outros 1,835 mil funcionários que haviam se inscrito na medida desistiram de deixar a empresa. No fim do primeiro trimestre, o sistema Petrobras somou 65,220 mil funcionários, com queda de 17% ante igual período de 2016.
 
Com relação aos resultados do primeiro trimestre da Petrobras, na avaliação do Bradesco BBI, o robusto fluxo de caixa livre orgânico da empresa e as recentes emissões de dívida reduzem a necessidade de curto prazo para desinvestimentos. "Nossa leitura é que a Petrobras pode negociar melhor os preços de projetos de desinvestimento daqui pra frente", afirmou o analista Filipe Gouveia, em relatório sobre o resultado da estatal.
 
Na teleconferência, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Ivan Monteiro, reafirmou, porém, que está mantida a meta de venda de ativos, de US$ 21 bilhões para 2017/2018. Segundo o executivo, a companhia deve anunciar ainda no primeiro semestre a nova carteira de desinvestimentos. "Estamos trabalhando intensamente na aprovação da nova sistemática [de venda de ativos, conforme determinado pelo TCU]. Temos trabalhado na identificação e preparação de ativos e vendo a melhor forma de apresentar ao mercado".
 
Monteiro disse ainda acreditar que a eventual venda da Nova Transportadora do Nordeste (NTN), quando aprovada pela companhia, possa ter uma procura maior por interessados do que a registrada na venda da Nova Transportadora do Sudeste (NTS), para a Brookfield. Ele destacou que a estatal adquiriu uma curva de aprendizado com o desinvestimento da NTS e que faz sentido para a Petrobras reduzir sua participação na indústria de gás natural, diante do cenário do mercado e da regulação do setor, que apontam para a tendência de diversificação de atores.
 
A Petrobras também reduziu, de US$ 20 bilhões para US$ 17 bilhões, o valor de investimentos previstos para este ano.
 
Fonte: Valor Econômico 
 



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