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Petrobras: reservas chegam a 14,865 bilhões de barris
Segundo a Petrobras, as descobertas do pré-sal da Bacia de Santos ainda não contribuíram para o resultado por não terem tido suas declarações de comercialidade submetidas à ANP
18/01/2010

O volume de reservas provadas de petróleo e gás natural da Petrobras, pelo critério da Society Of Petroleum Engineers (SPE), atingiu 14, 865 bilhões de barris de óleo equivalente (BOE) em 31 de dezembro último. O Índice de Reposição de Reservas foi de 75%. Durante 2009, foram apropriados 652 milhões de barris às reservas provadas e produzidos 872 milhões de barris - redução de 220 milhões de barris em relação às reservas de 2008, que somaram 15,085 bilhões.

Segundo a Petrobras, as descobertas do pré-sal da Bacia de Santos ainda não contribuíram para o resultado por não terem tido suas declarações de comercialidade submetidas à Agência Nacional de Petróleo (ANP). De acordo com critérios da Securities and Exchance Commission (SEC), as reservas provadas atingiram 12,143 bilhões de BOE, um aumento de 952 milhões de BOE (9%) em relação ao ano anterior. O relatório da Petrobras informa que a queda no volume de reservas provadas decorreu da exigência do governo da Bolívia para que a empresa brasileira excluísse do cálculo de 2009 as reservas da Petrobras naquele país, o que reduziu as reservas internacionais para 696 milhões de barris de óleo equivalente. Essas reduções foram, no entanto, parcialmente compensadas pela apropriação de reservas na Nigéria.

O crescimento no volume de reservas da Petrobras agradou os analistas. "É preciso lembrar que estes volume ainda não consideram as reservas gigantescas do pré-sal", disse a analista Paula Kovarsky. No relatório divulgado na sexta-feira sobre as reservas, a Petrobras informou que estão contabilizados no cálculo sobre 2009 apenas 182 milhões de barris referentes a uma ínfima parte do pré-sal no Espírito Santo. Naquela região, a própria Petrobras já divulgou que as reservas atingem a algo entre 1,5 bilhão e 2 bilhões de barris.

Já na Bacia de Santos, onde foram divulgados apenas os volumes prováveis de Tupi, Iara e Guará (de 9 bilhões a 14 bilhões de barris), há estimativas de analistas que elevam para algo em torno de 50 bilhões de barris. Em 2010, parte deste volume deverá ser incorporada às reservas da estatal, já que no final do ano vence o prazo para ser declarada a comercialidade do bloco BM-S-11, onde estão localizadas as áreas de Tupi e Iara.

"Entendemos que se trata de notícia positiva para a Petrobras, pois houve crescimento das reservas domésticas, mesmo sem considerar os volumes descobertos no pré-sal da Bacia de Santos", destacou o analista Nelson Rodrigues de Mattos, do Banco do Brasil, em seu relatório sobre o tema. Ele fez uma ressalva, entretanto, ao fato de que, no total, a companhia teve uma queda de 1,5% no volume de reservas por conta da não contabilização das reservas na Bolívia, em torno de 220 milhões de barris. Este fato contribuiu para uma redução no volume de reservas internacionais da companhia.
Por outro lado, os analistas se mostraram animados com a incorporação de reservas pelo critério, tradicionalmente mais rigoroso e, por isso mesmo, sempre mais conservador do que o SPE. Pelo critério, as reservas do Brasil cresceram 13% em relação a 2008, com um índice de reposição de reservas de 264% e relação Reserva/Produção de 15 anos.

"Na prática, a SEC propiciou a apropriação em 2009 e algumas reservas que não puderam ser incorporadas em 2008 devido ao baixo preço do petróleo no mercado internacional no final do ano", disse o analista Luiz Otávio Broad, da Corretora Ágora. Isso acontece porque, pelo critério SEC, o preço do barril de petróleo no final de 2008, abaixo dos US$ 40, inviabilizaria parte da exploração de algumas reservas que estavam para serem incorporadas, tornando-as não comerciais. Com a valorização do barril, estas reservas passam a fazer parte do portfólio da Petrobras.

Fonte: Jornal do Commercio

 



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